1h12. Não costumo escrever a essa hora mas a cabeça não pára. Depois de ler um post ridículo na internet fiquei assim, meia passada. Coisa preconceituosa, acho que louca mesmo. Todo mundo é meio doido mas tem gente que não tem noção do ridículo. Enfim, cada um com seus problemas. O negócio é deletar e pronto. Pra que perder tempo lendo bobagem né? E com o tempo vamos aprendendo a nos comunicar com quem realmente nos interessa.
Conheço gente de tudo quanto é tipo. Pobre, rica, careta, louca, hétero, gay, travesti, sei lá. Zona Leste, Zona Norte, Centro, Zona Oeste, Santos, Floripa, Rio e os amigos que estão em outros países, bem longe.
Converso com todo mundo de boa. Tô tentando aprender a não julgar. Ouço um monte de coisa que não concordo mas enfim, cada um pensa do jeito que quer.
Tomei uma porrada tão grande que fiquei assim, com muita paciência. Não fico aborrecida por pouco e tento ajudar quem me pede ajuda ou quem eu acho que precisa. Talvez seja burrice. Lá onde eu trabalho o povo fala que eu sou muito boa, tirando sarro claro e que se eu xingar alguém, no máximo vou falar: Seu bobo!!!
Enfim, tô sem sono, dormi p carai e li um comentário de uma pessoa que eu até gosto mas que se mostrou preconceituosa, boba mesmo. E ficou na minha cabeça hahahaha
Mas quer saber? Prefiro ser assim tranquila mesmo, aproveitar todo mundo que eu gosto, conversar bastante, dar atenção pq a vida pode ser curta.
sábado, 7 de abril de 2012
sábado, 24 de março de 2012
E é isso.
Loucas pelo nosso time, o Santos Futebol Clube, eu e minha amiga Luma estamos ficando doidas. No bom sentido, claro. Já fomos p a Vila Belmiro duas vezes p voltar no mesmo dia, com a companhia do nosso amigo Márcio.
Na primeira vez choveu e usamos aquela capa que não serve p muita coisa. O calor era tanto que antes de chegar na praia p tomar uma cerveja c o Papa, que tb foi, a roupa tinha secado. Perdemos p o Palmeiras mas tudo bem. Na segunda empatamos c o Bahia e tomamos uma cerveja por lá mesmo. Sempre pegando o último ônibus p voltar. E eu c o dente quebrado e a boca inchada. Me disseram que eu não ía conseguir ir. Ahhhhh tá.
Tristes pq o jogo da Libertadores não ía passar na tv, procuramos um lugar p assistir o jogo semana passada. O escolhido foi a Lanchonete Palmares, em Campos Elíseos, ali pertinho da Duque c a São João. Só tinha gente fina e super socializamos c os torcedores de plantão. Assistimos c um senhor que ouvia pelo rádio e via pela tv, tudo junto. Perguntou se a gente queria um dos aparelhos dele pq gente fina anda sempre equipada. Cerveja vai, cerveja vem e ganhamos. E não é que um corinthiano beijou a mão da minha amiga? E outro ficou lá na mesa dizendo que tava torcendo tb? Hummm, corinthiano torcendo p o Santos? Conversinha.
Mas o melhor mesmo foi na quinta feira. Fila p comprar o ingresso, previsão de chuva e lá vamos nós. Eu sempre otimista falava: não vai chover não!!!! Tô sentindo um pingo, diz ela. Ahhhh que nada. E de repente caiu aquela chuva c vento e apagão e não tinha p onde correr pq o Pacaembu é todo aberto. Ficamos um tempo lá no meio dos manos, todo mundo encolhido no único lugar coberto. Encharcadas. Quando vc sente entrar água na calcinha é pq o negócio tá feio. Só tem que proteger o celular!!!!
E no segundo gol saímos correndo c aquela cara de Ahhhhh já estamos aqui mesmo. Voltamos p chuva, cantamos, pulamos e ganhamos. Tudo molhado, menos a bolsa c os celulares. E não é que apesar de tudo ficamos felizes e não pegamos gripe.
Sim minha gente, isso é amor. Tem muita gente que não entende mas fazer o que? E é isso.
Na primeira vez choveu e usamos aquela capa que não serve p muita coisa. O calor era tanto que antes de chegar na praia p tomar uma cerveja c o Papa, que tb foi, a roupa tinha secado. Perdemos p o Palmeiras mas tudo bem. Na segunda empatamos c o Bahia e tomamos uma cerveja por lá mesmo. Sempre pegando o último ônibus p voltar. E eu c o dente quebrado e a boca inchada. Me disseram que eu não ía conseguir ir. Ahhhhh tá.
Tristes pq o jogo da Libertadores não ía passar na tv, procuramos um lugar p assistir o jogo semana passada. O escolhido foi a Lanchonete Palmares, em Campos Elíseos, ali pertinho da Duque c a São João. Só tinha gente fina e super socializamos c os torcedores de plantão. Assistimos c um senhor que ouvia pelo rádio e via pela tv, tudo junto. Perguntou se a gente queria um dos aparelhos dele pq gente fina anda sempre equipada. Cerveja vai, cerveja vem e ganhamos. E não é que um corinthiano beijou a mão da minha amiga? E outro ficou lá na mesa dizendo que tava torcendo tb? Hummm, corinthiano torcendo p o Santos? Conversinha.
Mas o melhor mesmo foi na quinta feira. Fila p comprar o ingresso, previsão de chuva e lá vamos nós. Eu sempre otimista falava: não vai chover não!!!! Tô sentindo um pingo, diz ela. Ahhhh que nada. E de repente caiu aquela chuva c vento e apagão e não tinha p onde correr pq o Pacaembu é todo aberto. Ficamos um tempo lá no meio dos manos, todo mundo encolhido no único lugar coberto. Encharcadas. Quando vc sente entrar água na calcinha é pq o negócio tá feio. Só tem que proteger o celular!!!!
E no segundo gol saímos correndo c aquela cara de Ahhhhh já estamos aqui mesmo. Voltamos p chuva, cantamos, pulamos e ganhamos. Tudo molhado, menos a bolsa c os celulares. E não é que apesar de tudo ficamos felizes e não pegamos gripe.
Sim minha gente, isso é amor. Tem muita gente que não entende mas fazer o que? E é isso.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
No táxi.
Da estação de metrô Tucuruvi até em casa ouvindo a história do taxista.
Mora desde os 17 anos em São Paulo. Tem 63. Em Março vai voltar para Recife, sua cidade natal, porque não aguenta mais a poluição e a mulher o colocou pra fora de casa. “Sem mulher e com essa poluição o que é que eu vou fazer aqui filha?”
A mãe tem 83 anos e disse pra ele voltar pra casa porque quer cuidar dele. “Mas mãe, sou eu que tenho que cuidar da senhora”, disse rindo. Mãe é mãe né?
Quer voltar pra casa, arrumar uma namorada, cuidar da mãe e curtir a vida. E gastar o dinheiro que guardou trabalhando em São Paulo.
Mora desde os 17 anos em São Paulo. Tem 63. Em Março vai voltar para Recife, sua cidade natal, porque não aguenta mais a poluição e a mulher o colocou pra fora de casa. “Sem mulher e com essa poluição o que é que eu vou fazer aqui filha?”
A mãe tem 83 anos e disse pra ele voltar pra casa porque quer cuidar dele. “Mas mãe, sou eu que tenho que cuidar da senhora”, disse rindo. Mãe é mãe né?
Quer voltar pra casa, arrumar uma namorada, cuidar da mãe e curtir a vida. E gastar o dinheiro que guardou trabalhando em São Paulo.
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