quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
EMPATIA
Vc já parou para pensar nessa palavra e o que ela significa? Embora seja usada por muitas pessoas, a empatia é uma das coisas mais difíceis de se colocar em prática. Pq? Porque o ser humano é egoísta.
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Correr
Nunca passou pela minha cabeça correr. Olhava as pessoas correndo na rua, no parque, na praia e pensava: pra que isso? E agora estou aqui pensando em como me organizar para fazer uma maratona.
Descobri a corrida sozinha. Fazendo aquecimento na esteira, de repente pensei em como era gostoso aumentar o tempo. E assim começou, um dia 10 minutos, no outro 11, até sofrer uma lesão no tornozelo que me deixou parada 40 dias. Não tinha sido mordida pelo bichinho da corrida ainda, mas durante a recuperação só pensava em ficar boa para procurar um lugar e aprender a praticar corretamente.
E segui em frente, me matriculando em uma academia com aula específica de corrida. E foi amor. Porque correr é assim, ou você gosta ou desiste. Não é um esporte fácil e com o tempo exige algumas mudanças na rotina. As pessoas sofrem quando você fala que acorda de madrugada pra treinar e não entendem porque trocar uma festa bacana por um evento esportivo às 7 da manhã no Domingo. O corredor não sofre, pode ter certeza.
Existe muita informação sobre o esporte. É importante ouvir os mais experientes, trocar informação. Procurar um profissional para aprender a praticar do jeito correto, para evitar lesões, sempre respeitar o seu limite, prestando atenção no que o seu corpo diz e sempre, sempre se divertir
sábado, 7 de abril de 2012
1h12. Não costumo escrever a essa hora mas a cabeça não pára. Depois de ler um post ridículo na internet fiquei assim, meia passada. Coisa preconceituosa, acho que louca mesmo. Todo mundo é meio doido mas tem gente que não tem noção do ridículo. Enfim, cada um com seus problemas. O negócio é deletar e pronto. Pra que perder tempo lendo bobagem né? E com o tempo vamos aprendendo a nos comunicar com quem realmente nos interessa.
Conheço gente de tudo quanto é tipo. Pobre, rica, careta, louca, hétero, gay, travesti, sei lá. Zona Leste, Zona Norte, Centro, Zona Oeste, Santos, Floripa, Rio e os amigos que estão em outros países, bem longe.
Converso com todo mundo de boa. Tô tentando aprender a não julgar. Ouço um monte de coisa que não concordo mas enfim, cada um pensa do jeito que quer.
Tomei uma porrada tão grande que fiquei assim, com muita paciência. Não fico aborrecida por pouco e tento ajudar quem me pede ajuda ou quem eu acho que precisa. Talvez seja burrice. Lá onde eu trabalho o povo fala que eu sou muito boa, tirando sarro claro e que se eu xingar alguém, no máximo vou falar: Seu bobo!!!
Enfim, tô sem sono, dormi p carai e li um comentário de uma pessoa que eu até gosto mas que se mostrou preconceituosa, boba mesmo. E ficou na minha cabeça hahahaha
Mas quer saber? Prefiro ser assim tranquila mesmo, aproveitar todo mundo que eu gosto, conversar bastante, dar atenção pq a vida pode ser curta.
Conheço gente de tudo quanto é tipo. Pobre, rica, careta, louca, hétero, gay, travesti, sei lá. Zona Leste, Zona Norte, Centro, Zona Oeste, Santos, Floripa, Rio e os amigos que estão em outros países, bem longe.
Converso com todo mundo de boa. Tô tentando aprender a não julgar. Ouço um monte de coisa que não concordo mas enfim, cada um pensa do jeito que quer.
Tomei uma porrada tão grande que fiquei assim, com muita paciência. Não fico aborrecida por pouco e tento ajudar quem me pede ajuda ou quem eu acho que precisa. Talvez seja burrice. Lá onde eu trabalho o povo fala que eu sou muito boa, tirando sarro claro e que se eu xingar alguém, no máximo vou falar: Seu bobo!!!
Enfim, tô sem sono, dormi p carai e li um comentário de uma pessoa que eu até gosto mas que se mostrou preconceituosa, boba mesmo. E ficou na minha cabeça hahahaha
Mas quer saber? Prefiro ser assim tranquila mesmo, aproveitar todo mundo que eu gosto, conversar bastante, dar atenção pq a vida pode ser curta.
sábado, 24 de março de 2012
E é isso.
Loucas pelo nosso time, o Santos Futebol Clube, eu e minha amiga Luma estamos ficando doidas. No bom sentido, claro. Já fomos p a Vila Belmiro duas vezes p voltar no mesmo dia, com a companhia do nosso amigo Márcio.
Na primeira vez choveu e usamos aquela capa que não serve p muita coisa. O calor era tanto que antes de chegar na praia p tomar uma cerveja c o Papa, que tb foi, a roupa tinha secado. Perdemos p o Palmeiras mas tudo bem. Na segunda empatamos c o Bahia e tomamos uma cerveja por lá mesmo. Sempre pegando o último ônibus p voltar. E eu c o dente quebrado e a boca inchada. Me disseram que eu não ía conseguir ir. Ahhhhh tá.
Tristes pq o jogo da Libertadores não ía passar na tv, procuramos um lugar p assistir o jogo semana passada. O escolhido foi a Lanchonete Palmares, em Campos Elíseos, ali pertinho da Duque c a São João. Só tinha gente fina e super socializamos c os torcedores de plantão. Assistimos c um senhor que ouvia pelo rádio e via pela tv, tudo junto. Perguntou se a gente queria um dos aparelhos dele pq gente fina anda sempre equipada. Cerveja vai, cerveja vem e ganhamos. E não é que um corinthiano beijou a mão da minha amiga? E outro ficou lá na mesa dizendo que tava torcendo tb? Hummm, corinthiano torcendo p o Santos? Conversinha.
Mas o melhor mesmo foi na quinta feira. Fila p comprar o ingresso, previsão de chuva e lá vamos nós. Eu sempre otimista falava: não vai chover não!!!! Tô sentindo um pingo, diz ela. Ahhhh que nada. E de repente caiu aquela chuva c vento e apagão e não tinha p onde correr pq o Pacaembu é todo aberto. Ficamos um tempo lá no meio dos manos, todo mundo encolhido no único lugar coberto. Encharcadas. Quando vc sente entrar água na calcinha é pq o negócio tá feio. Só tem que proteger o celular!!!!
E no segundo gol saímos correndo c aquela cara de Ahhhhh já estamos aqui mesmo. Voltamos p chuva, cantamos, pulamos e ganhamos. Tudo molhado, menos a bolsa c os celulares. E não é que apesar de tudo ficamos felizes e não pegamos gripe.
Sim minha gente, isso é amor. Tem muita gente que não entende mas fazer o que? E é isso.
Na primeira vez choveu e usamos aquela capa que não serve p muita coisa. O calor era tanto que antes de chegar na praia p tomar uma cerveja c o Papa, que tb foi, a roupa tinha secado. Perdemos p o Palmeiras mas tudo bem. Na segunda empatamos c o Bahia e tomamos uma cerveja por lá mesmo. Sempre pegando o último ônibus p voltar. E eu c o dente quebrado e a boca inchada. Me disseram que eu não ía conseguir ir. Ahhhhh tá.
Tristes pq o jogo da Libertadores não ía passar na tv, procuramos um lugar p assistir o jogo semana passada. O escolhido foi a Lanchonete Palmares, em Campos Elíseos, ali pertinho da Duque c a São João. Só tinha gente fina e super socializamos c os torcedores de plantão. Assistimos c um senhor que ouvia pelo rádio e via pela tv, tudo junto. Perguntou se a gente queria um dos aparelhos dele pq gente fina anda sempre equipada. Cerveja vai, cerveja vem e ganhamos. E não é que um corinthiano beijou a mão da minha amiga? E outro ficou lá na mesa dizendo que tava torcendo tb? Hummm, corinthiano torcendo p o Santos? Conversinha.
Mas o melhor mesmo foi na quinta feira. Fila p comprar o ingresso, previsão de chuva e lá vamos nós. Eu sempre otimista falava: não vai chover não!!!! Tô sentindo um pingo, diz ela. Ahhhh que nada. E de repente caiu aquela chuva c vento e apagão e não tinha p onde correr pq o Pacaembu é todo aberto. Ficamos um tempo lá no meio dos manos, todo mundo encolhido no único lugar coberto. Encharcadas. Quando vc sente entrar água na calcinha é pq o negócio tá feio. Só tem que proteger o celular!!!!
E no segundo gol saímos correndo c aquela cara de Ahhhhh já estamos aqui mesmo. Voltamos p chuva, cantamos, pulamos e ganhamos. Tudo molhado, menos a bolsa c os celulares. E não é que apesar de tudo ficamos felizes e não pegamos gripe.
Sim minha gente, isso é amor. Tem muita gente que não entende mas fazer o que? E é isso.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
No táxi.
Da estação de metrô Tucuruvi até em casa ouvindo a história do taxista.
Mora desde os 17 anos em São Paulo. Tem 63. Em Março vai voltar para Recife, sua cidade natal, porque não aguenta mais a poluição e a mulher o colocou pra fora de casa. “Sem mulher e com essa poluição o que é que eu vou fazer aqui filha?”
A mãe tem 83 anos e disse pra ele voltar pra casa porque quer cuidar dele. “Mas mãe, sou eu que tenho que cuidar da senhora”, disse rindo. Mãe é mãe né?
Quer voltar pra casa, arrumar uma namorada, cuidar da mãe e curtir a vida. E gastar o dinheiro que guardou trabalhando em São Paulo.
Mora desde os 17 anos em São Paulo. Tem 63. Em Março vai voltar para Recife, sua cidade natal, porque não aguenta mais a poluição e a mulher o colocou pra fora de casa. “Sem mulher e com essa poluição o que é que eu vou fazer aqui filha?”
A mãe tem 83 anos e disse pra ele voltar pra casa porque quer cuidar dele. “Mas mãe, sou eu que tenho que cuidar da senhora”, disse rindo. Mãe é mãe né?
Quer voltar pra casa, arrumar uma namorada, cuidar da mãe e curtir a vida. E gastar o dinheiro que guardou trabalhando em São Paulo.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Azeda.
Não é amargura é apenas uma tristeza profunda. Não espero q as pessoas entendam o q se passa na minha cabeça pq isso é impossível. Mas pode haver uma compreensão.
Estamos em uma época em q a comunicação é feita na maior parte do tempo pela internet. Um pouco cansativo, eu acho.
A internet é ótima qdo vc tem amigos q moram longe, pois facilita a comunicação e ajuda a matar as saudades. D resto é apenas acomodação.
Pelo menos p mim não tem coisa melhor do q ver uma pessoa q vc gosta ou simplesmente falar ao telefone. E falar o q gosta, falar o q pensa sem causar espanto.
Uma época d futilidade, onde as coisas e os lugares q se frequenta são mais importantes do q as pessoas. Um pouco vazio, eu acho.
E é essa a mudança q se passou comigo. Simplesmente não consigo ver as coisas do modo q via antes. Observo atitudes q considero tão pequenas, uma perda d tempo.
Chatice? Amargura? Pode ser aos olhos d muita gente. Pra mim é uma mudança q acredito ser boa, mas não agora. A dor é uma coisa q demora p sarar e não existe pílula p curar saudade.
Espero d coração q ninguém passe por uma situação como a minha pra não ter q lutar todos os dias contra a saudade, um sentimento fdp q tira toda a sua energia.
D resto, espero q as pessoas tirem um pouco mais o rabo da cadeira e saiam da frente do computador e encontrem seus amigos no boteco, no cinema ou em casa.
E hj eu tô azeda mesmo.
Estamos em uma época em q a comunicação é feita na maior parte do tempo pela internet. Um pouco cansativo, eu acho.
A internet é ótima qdo vc tem amigos q moram longe, pois facilita a comunicação e ajuda a matar as saudades. D resto é apenas acomodação.
Pelo menos p mim não tem coisa melhor do q ver uma pessoa q vc gosta ou simplesmente falar ao telefone. E falar o q gosta, falar o q pensa sem causar espanto.
Uma época d futilidade, onde as coisas e os lugares q se frequenta são mais importantes do q as pessoas. Um pouco vazio, eu acho.
E é essa a mudança q se passou comigo. Simplesmente não consigo ver as coisas do modo q via antes. Observo atitudes q considero tão pequenas, uma perda d tempo.
Chatice? Amargura? Pode ser aos olhos d muita gente. Pra mim é uma mudança q acredito ser boa, mas não agora. A dor é uma coisa q demora p sarar e não existe pílula p curar saudade.
Espero d coração q ninguém passe por uma situação como a minha pra não ter q lutar todos os dias contra a saudade, um sentimento fdp q tira toda a sua energia.
D resto, espero q as pessoas tirem um pouco mais o rabo da cadeira e saiam da frente do computador e encontrem seus amigos no boteco, no cinema ou em casa.
E hj eu tô azeda mesmo.
domingo, 10 de julho de 2011
Acho q não estou me adaptando ao mundão. Vejo algumas amigas saírem c homens casados, achando tudo normal e eu não acho normal, digo q é o tipo d coisa q não acho legal e sou vista como careta. Apesar d ter tatuagem e d viver no universo paralelo sou careta sim. Acho bonito quando alguém diz estar apaixonado, q é fiel, torço pelos meus amigos e acho muito bacana quando alguém não tem medo d dizer o q sente. Mas parece q isso tudo está em extinção. Escuto os estagiários no meu trabalho conversando e fico triste. Ouvi uma conversa d duas meninas d uns 16 anos no ônibus e não acreditei. Q tipo de valores os pais passam p os filhos? Ou será q é tanta informação q as pessoas acabam se perdendo?
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